Análise Financeira
O mercado de carbono entre 18 e 25 de julho
26/07/2011 - Autor: Fernanda B. Müller - Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais
As permissões de emissão da União Européia para dezembro de 2011 (EUAs, em inglês) subiram levemente na semana passada, fechando a sexta-feira em alta de 4% em relação à semana anterior, com € 12,99/t. Traders se mostraram otimistas que os líderes europeus tomarão medidas para garantir o destino da zona do euro.
As Reduções Certificadas de Emissão (RCEs) ficaram no mesmo patamar, com € 10/t na sexta-feira. A semana apresentou uma emissão muito alta de RCEs, o que ajudou a garantir que os créditos não seguissem a tendência das EUAs, com mais de 10 milhões de toneladas de CO2e foram emitidas sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).
Análises da Barclays Capital ligam diretamente os preços baixos do carbono aos temores de que a crise na Grécia leve a uma segunda recessão na União Européia, o que novamente restringiria a demanda industrial e resultaria em mais EUAs sobrando no esquema de comércio de emissões.
A saúde econômica européia tem demonstrado fragilidade, com a correlação entre o euro e o dólar tendo pulado de 19% para 88% nos últimos 90 dias, explica a BarCap.
A relação causal entre a queda nos preços das EUAs e do euro é justamente que, na ausência de demanda por EUAs, o mercado de carbono está “buscando e tomando direção baseado nos pontos de vista sobre o futuro do desempenho econômico europeu”.
Até que fique claro o impacto sobre a economia do bloco, a alta correlação entre as EUAs e o câmbio euro/dólar deve persistir, esperam os analistas, a menos que outro condutor mais forte entre em cena, como a aceleração das atividades de hedging para 2013 por parte das geradoras de energia.
A agência Point Carbon reportou que um número cada vez maior de participantes do mercado de carbono parecem prontos a deixar o setor em meio a ausência de demanda por EUAs e incertezas em relação ao futuro do MDL.
fonte: http://www.institutocarbonobrasil.org.br/analise_financeira/noticia=728091
Análises da Barclays Capital ligam diretamente os preços baixos do carbono aos temores de que a crise na Grécia leve a uma segunda recessão na União Européia, o que novamente restringiria a demanda industrial e resultaria em mais EUAs sobrando no esquema de comércio de emissões.
A saúde econômica européia tem demonstrado fragilidade, com a correlação entre o euro e o dólar tendo pulado de 19% para 88% nos últimos 90 dias, explica a BarCap.
A relação causal entre a queda nos preços das EUAs e do euro é justamente que, na ausência de demanda por EUAs, o mercado de carbono está “buscando e tomando direção baseado nos pontos de vista sobre o futuro do desempenho econômico europeu”.
Até que fique claro o impacto sobre a economia do bloco, a alta correlação entre as EUAs e o câmbio euro/dólar deve persistir, esperam os analistas, a menos que outro condutor mais forte entre em cena, como a aceleração das atividades de hedging para 2013 por parte das geradoras de energia.
A agência Point Carbon reportou que um número cada vez maior de participantes do mercado de carbono parecem prontos a deixar o setor em meio a ausência de demanda por EUAs e incertezas em relação ao futuro do MDL.
fonte: http://www.institutocarbonobrasil.org.br/analise_financeira/noticia=728091
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